Tormenta é essa que vem Durante o silêncio noturno É esse medo implacável Que me circunda Como os aneis de saturno Então vaguei, tão miserável Na escuridão transcendente Na sombra da minha própria mente Carregava assim o peso insuportável Preso em à sua condição O espelho refletia um doente Com coração deprimente A alma reluta Para que finalmente Possa descansar.