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Mostrando postagens de março, 2018

Consternado

Venha... Veja e presencie meu estado lastimável A miséria que se perpetua sobre meu espírito Consumindo e acabando com minha vontade Trazendo sua tormenta pela noite toda Não tenho paz, não tenho gozo Continuo no mundo das sombras Que assolam minha alma com pujança Deixando-me estirado no chão como um cão decrepitado Para ao vento levar o restante de suas forças (...)Assim passo cada dia sozinho(,,,) Nessa borrasca diária Que apenas expõe a fraqueza de um ser humano decaído Preso ao seu desalento Abatido no campo da tristeza De onde não conseguirá se levantar.

Desespero

Sua agonia se transparece num desejo latente Que de maneira alguma     Se conforma E nas ilusões aparece Como no reflexo De um espelho Tão frágil como quem observa Seu desejo... Na sua falsa epifania se conserva Que desespero é esse? Herdeiro de sua frustração de sua fala ilusão daquela que não transparece Novamente diante ào espelho... Quem aparece? Alguém; sei lá quem Que nunca se viu Pois a imagem assim partiu..