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Mostrando postagens de agosto, 2019

A Segunda Visão. (Parte II)

Depois da tempestade Cambelante, atarantando por passos semi-certos assim seguia, errando (Num caminho errante) Aos olhos entorpecidos pela constante própria seguia eu admirando a bela brisa que refugante perante o meu corpo (Mesmo assim eu admirava) As belas vozes que exaltavam distantemente, no horizonte Perdido esse, longíquo Distantemente, de mim Oblíquo Pobre de mim, no ermo entrépido, ao mesmo tempo refém, dos meus medos padecendo, sozinho Assim, estava...enfermo.

A Segunda Visão. (Parte-I)

Foi assim, no desespero que eu me encontrava A mesma luz - pois é meus caros - foi capaz de ludibriar-me Tolo como sempre fui, mas jamais agradei à corte (Talvez fui ovacionado como tal) - Seria eu o Bufão?! Meu corpo foi prostrado, como tal, à seguir cabisbaixo. A luz de outrora era somente uma miragem... Como dizem: "A sede do beduíno" O Cavaleiro errante, vagando sem coragem Exasperado, mesmo assim torna-se genuíno. As montanhas que acobertam Em sua face após-sol...                             (Entristecem) A redoma que encoberta, acoberta os pontos celestes sorriem -Pergunto: Para quem? -Talvez lá esteja alguém      Nos meus olhos embriagados eu não me vejo mais acobertado sinto-me desolado pelos rios noturnos afadigados pela minha esperança Que nunca se viu, disse, E talvez se-olhou. Entre as dunas intermitentes O pergaminho que resistia aos ventos (Insolentes) Vagando...