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Mostrando postagens de 2019

Um Poema - Girassol #2

Preto e branco... Fogem do olhar flamejante Contradizendo o seu perfil Pelo qual é tão radiante Esse espectro me intriga Diferente do que vejo Que pelas conversas Sua irresolução, Também me abriga Sua simpatia, -é meu bem- De quem sempre vai -em vão não é tão bem Ainda sem solução Diria que você não é assim tão simples como preto e branco Pois nesse jardim não sai Quem sei não se encontra lá Entre duas cores seu rosto ilumina Poderia traduzir dois pontos de luz Por aquela forma tão feminina Que de luz se diz, uma flor Especial, em teus olhos.

Confissões - Parte V

Não há igreja presente, ou padre, talvez sim privacidade. Ah...Essa privacidade reconfortante, confessional. Continuo vagando, errante seguindo um caminho obscuro, porém a obscuridade não é pejorativa, assume um caráter nebuloso (Em minha mente) Por tanto caminhei, andei, desloquei meu corpo em trânsito o traçado que seguiu o movimento... Deslumbrou! Contemplou; Admirou; e finalmente viu-se! A Ilusão! Algoz maldita da realidade otimista (permeante) em minha mente. Que não se prende, e somente -se atrela-aos passos cegos de que um não-um cego caminha, pois este guia-se. A cegueira que me incapacitou ainda é presente. É latente...remediável? Talvez. Guiar-me-ei!

A Segunda Visão. (Parte II)

Depois da tempestade Cambelante, atarantando por passos semi-certos assim seguia, errando (Num caminho errante) Aos olhos entorpecidos pela constante própria seguia eu admirando a bela brisa que refugante perante o meu corpo (Mesmo assim eu admirava) As belas vozes que exaltavam distantemente, no horizonte Perdido esse, longíquo Distantemente, de mim Oblíquo Pobre de mim, no ermo entrépido, ao mesmo tempo refém, dos meus medos padecendo, sozinho Assim, estava...enfermo.

A Segunda Visão. (Parte-I)

Foi assim, no desespero que eu me encontrava A mesma luz - pois é meus caros - foi capaz de ludibriar-me Tolo como sempre fui, mas jamais agradei à corte (Talvez fui ovacionado como tal) - Seria eu o Bufão?! Meu corpo foi prostrado, como tal, à seguir cabisbaixo. A luz de outrora era somente uma miragem... Como dizem: "A sede do beduíno" O Cavaleiro errante, vagando sem coragem Exasperado, mesmo assim torna-se genuíno. As montanhas que acobertam Em sua face após-sol...                             (Entristecem) A redoma que encoberta, acoberta os pontos celestes sorriem -Pergunto: Para quem? -Talvez lá esteja alguém      Nos meus olhos embriagados eu não me vejo mais acobertado sinto-me desolado pelos rios noturnos afadigados pela minha esperança Que nunca se viu, disse, E talvez se-olhou. Entre as dunas intermitentes O pergaminho que resistia aos ventos (Insolentes) Vagando...

Um Poema - Girassol #1

                                                                  Fonte:  @Angie Sunflowers, Chilliwack, Canada Como posso responder? Na incógnita que prescinde Em forma confusa, É isso minha fantasia... Como vejo ou percebo (Talvez eu possa dizer) Esteja lá você, ou em Si Nessa quimera dentro de mim Onde e Aonde Ti, está, perto ou distante Era assim, de lá quem sabe Uma flor renasce, prostrada Aos poucos torna-se exuberante Aos olhos, dos meus poucos olhos suas pétalas são tão cintilantes Ao sol que brilha, Girassol. Como você brilha, tão perto Tão distante, tão Radiante Nesse seu desalento Irá surgir algo valente Depois de um inverno frio A primavera surge Contente, você brilhará Entre a relva há um Girassol.