All Is Vanity (1892) Charles Allan Gilbert Humano Não sou nada, tão pouco tudo Mesmo com meus excessos Nem sempre há contenção Não posso falar com todos Muito menos a todos ouvir Sem saber o por quê Ou pelo interesse Te ofereço amor O quê é objetivo Às vezes confuso Quando torna-se ódio Penso que sei Mas nada sei dizer O humano pode escolher Mesmo que sem saber Da sua contrariedade Diante dum espelho Que comprova sua humanidade Seu desejo eterno Tão breve, como sua finitude.