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Mostrando postagens de abril, 2018

Humano

  All Is Vanity (1892) Charles Allan Gilbert Humano Não sou nada, tão pouco tudo Mesmo com meus excessos Nem sempre há contenção Não posso falar com todos Muito menos a todos ouvir Sem saber o por quê Ou pelo interesse Te ofereço amor O quê é objetivo Às vezes confuso Quando torna-se ódio Penso que sei Mas nada sei dizer O humano pode escolher Mesmo que sem saber Da sua contrariedade Diante dum espelho Que comprova sua humanidade Seu desejo eterno Tão breve, como sua finitude.

Amor...Palavra de vários significados...

Amor... Palavra de vários significados... Mas qual o significado ela tem para você?   Com esse “vago” e breve questionamento inicio o presente texto tentado buscar uma reflexão. De forma alguma o propósito do pensamento que aqui transcrevo é definir o que é o amor e o seu significado pessoal, mas sim buscar uma compreensão e uma abordagem diferenciada baseada em problemas contemporâneos, usando uma linguagem alegórica que abarque essa palavra multifacetada.  Comumente a palavra amor é capaz de remeter o nosso pensar para um ente (Ser ou Coisa) e especialmente que exista, como por exemplo uma pessoa. É de forma ordinária que se escute por aí frases como “Ah! O meu amor da minha vida”, “Como eu amo isso! ”ou “Fulano (a) é – ou foi – o grande amor”, entretanto é fácil se deixar levar por essa capacidade humana de transferir o abstrato para algo material, materializando um objeto criado (por exemplo a Arte é algo abstrato, o quadro pintado é a transferência d...