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Consternado

Venha...
Veja e presencie meu estado lastimável

A miséria que se perpetua sobre meu espírito
Consumindo e acabando com minha vontade
Trazendo sua tormenta pela noite toda

Não tenho paz, não tenho gozo
Continuo no mundo das sombras
Que assolam minha alma com pujança

Deixando-me estirado no chão como um cão decrepitado
Para ao vento levar o restante de suas forças

(...)Assim passo cada dia sozinho(,,,)

Nessa borrasca diária



Que apenas expõe a fraqueza de um ser humano decaído

Preso ao seu desalento
Abatido no campo da tristeza
De onde não conseguirá se levantar.

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