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A Segunda Visão. (Parte-I)

Foi assim, no desespero que eu me encontrava
A mesma luz - pois é meus caros - foi capaz de ludibriar-me
Tolo como sempre fui, mas jamais agradei à corte
(Talvez fui ovacionado como tal) - Seria eu o Bufão?!
Meu corpo foi prostrado, como tal, à seguir cabisbaixo.

A luz de outrora era somente uma miragem...
Como dizem: "A sede do beduíno"
O Cavaleiro errante, vagando sem coragem
Exasperado, mesmo assim torna-se genuíno.

As montanhas que acobertam
Em sua face após-sol...
                            (Entristecem)
A redoma que encoberta, acoberta
os pontos celestes sorriem
-Pergunto: Para quem?
-Talvez lá esteja alguém
    
Nos meus olhos embriagados
eu não me vejo mais acobertado
sinto-me desolado
pelos rios noturnos afadigados
pela minha esperança
Que nunca se viu, disse,
E talvez se-olhou.

Entre as dunas intermitentes
O pergaminho que resistia aos ventos
(Insolentes)
Vagando assim, estava...

 O repouso distante
   Quem posso..

 Não respiro, fascino, fascinante

 Último suspiro. 
  Em Breve Brilhante.

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