Foi assim, no desespero que eu me encontrava
A mesma luz - pois é meus caros - foi capaz de ludibriar-me
Tolo como sempre fui, mas jamais agradei à corte
(Talvez fui ovacionado como tal) - Seria eu o Bufão?!
Meu corpo foi prostrado, como tal, à seguir cabisbaixo.
A luz de outrora era somente uma miragem...
Como dizem: "A sede do beduíno"
O Cavaleiro errante, vagando sem coragem
Exasperado, mesmo assim torna-se genuíno.
As montanhas que acobertam
Em sua face após-sol...
(Entristecem)
A redoma que encoberta, acoberta
os pontos celestes sorriem
-Pergunto: Para quem?
-Talvez lá esteja alguém
Nos meus olhos embriagados
eu não me vejo mais acobertado
sinto-me desolado
pelos rios noturnos afadigados
pela minha esperança
Que nunca se viu, disse,
E talvez se-olhou.
Entre as dunas intermitentes
O pergaminho que resistia aos ventos
(Insolentes)
Vagando assim, estava...
O repouso distante
Quem posso..
Não respiro, fascino, fascinante
Último suspiro.
Em Breve Brilhante.
A mesma luz - pois é meus caros - foi capaz de ludibriar-me
Tolo como sempre fui, mas jamais agradei à corte
(Talvez fui ovacionado como tal) - Seria eu o Bufão?!
Meu corpo foi prostrado, como tal, à seguir cabisbaixo.
A luz de outrora era somente uma miragem...
Como dizem: "A sede do beduíno"
O Cavaleiro errante, vagando sem coragem
Exasperado, mesmo assim torna-se genuíno.
As montanhas que acobertam
Em sua face após-sol...
(Entristecem)
A redoma que encoberta, acoberta
os pontos celestes sorriem
-Pergunto: Para quem?
-Talvez lá esteja alguém
Nos meus olhos embriagados
eu não me vejo mais acobertado
sinto-me desolado
pelos rios noturnos afadigados
pela minha esperança
Que nunca se viu, disse,
E talvez se-olhou.
Entre as dunas intermitentes
O pergaminho que resistia aos ventos
(Insolentes)
Vagando assim, estava...
O repouso distante
Quem posso..
Não respiro, fascino, fascinante
Último suspiro.
Em Breve Brilhante.
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