Pular para o conteúdo principal

A Segunda Visão. (Parte II)

Depois da tempestade
Cambelante, atarantando
por passos semi-certos
assim seguia, errando

(Num caminho errante)

Aos olhos entorpecidos
pela constante própria
seguia eu admirando
a bela brisa que refugante
perante o meu corpo

(Mesmo assim eu admirava)

As belas vozes que exaltavam
distantemente, no horizonte
Perdido esse, longíquo
Distantemente, de mim
Oblíquo

Pobre de mim, no ermo
entrépido, ao mesmo tempo
refém, dos meus medos
padecendo, sozinho
Assim, estava...enfermo.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Desejo

Eu bebo das duas fontes Não sei qual me acalenta Da qual me encanta Qual me enfrenta Eu bebo da fonte Que se dualiza Se transforma em pontes Eu bebo o encanto Do beijo Eu bebo da sua camisa Eu bebo do seu santo Do aconchego, comprazimento Da fonte, sedento Serás minha poetisa.

Um Poema - Girassol #2

Preto e branco... Fogem do olhar flamejante Contradizendo o seu perfil Pelo qual é tão radiante Esse espectro me intriga Diferente do que vejo Que pelas conversas Sua irresolução, Também me abriga Sua simpatia, -é meu bem- De quem sempre vai -em vão não é tão bem Ainda sem solução Diria que você não é assim tão simples como preto e branco Pois nesse jardim não sai Quem sei não se encontra lá Entre duas cores seu rosto ilumina Poderia traduzir dois pontos de luz Por aquela forma tão feminina Que de luz se diz, uma flor Especial, em teus olhos.