Depois da tempestade
Cambelante, atarantando
por passos semi-certos
assim seguia, errando
(Num caminho errante)
Aos olhos entorpecidos
pela constante própria
seguia eu admirando
a bela brisa que refugante
perante o meu corpo
(Mesmo assim eu admirava)
As belas vozes que exaltavam
distantemente, no horizonte
Perdido esse, longíquo
Distantemente, de mim
Oblíquo
Pobre de mim, no ermo
entrépido, ao mesmo tempo
refém, dos meus medos
padecendo, sozinho
Assim, estava...enfermo.
Cambelante, atarantando
por passos semi-certos
assim seguia, errando
(Num caminho errante)
Aos olhos entorpecidos
pela constante própria
seguia eu admirando
a bela brisa que refugante
perante o meu corpo
(Mesmo assim eu admirava)
As belas vozes que exaltavam
distantemente, no horizonte
Perdido esse, longíquo
Distantemente, de mim
Oblíquo
Pobre de mim, no ermo
entrépido, ao mesmo tempo
refém, dos meus medos
padecendo, sozinho
Assim, estava...enfermo.
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