O sangue
cairá...
Da garganta
dos profanos, durante sua vã filosofia
A adaga que
é desembainhada, o gume reflete a luz
Própria e noctívaga,
essa será capaz
Aqueles que
se julgam nessa vã filosofia irão pagar
Pela sua
ignorância, mordaz e perniciosa
Durante
tanto tempo foi, confortável e ambiciosa
(...)
Magister Dixit (...)
- E sim
entendo sua ordem, e ei de cumpri-la
A posição
será tomada. Sangue derramado.
A lua de
sangue será realizada, e os ignóbeis farsantes derrubados.
Hierarquia
fajuta e capciosa; o reino de vocês chegou ao fim.
Minha adaga
está pronta. Derramarei o sangue sobre as próprias cabeças
E nesse
predito momento, suplicarão diante a mim.
E sim, se
fará realizado meu deleite, maléfico e tenebroso
Alegria sem
fim.
Aguardem, a
falácia a qual construíram está prestes a ruir.
(...) Omnia
affert tempus (...)
E durante
minha conversa com Cronos, este favor ser-me-á concedido.
Anseiem,
alegrem-se... pois minha adaga será implacável, vocês não terão chance
O fantasma
que circunda a janela de vocês sou eu
O derradeiro
suspiro que derem, será resguardado a mim e sendo assim, eu colocarei – ou não –
as moedas sobre seus olhos.
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