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Cosmo e a Perdição #2 (Ad Aeternum est delirium)




    I  - O Florilégio de Rosas ao encontro de Cosmos e sua Perdição.




"Ermo"; foi como perguntei, 

E assim estava

Num(há) entre o silêncio eterno...
Nem terno, ou Terno.


Entre horas e deuse(sas)

Meu olhar pelas janelas

Criadas; no vazio das Auroras...


Minhas mãos fremiam

Pela ansiedade que consumia

Ver as linhas inatas

O reconhecimento...

Se perdia; pelas alçadas
Malditas elas que carregadas
De verdades, e sanidades
Que iria
Por aquelas, calçadas
Verdes, que até (ele).

Esperava ter...

(És tu) 

Como jamais esperei alguém...

Nunca te desejei tanto...

"Saudosa Insanidade"


Entre os pólos distantes,

Destes versos

Vagantes como há rima

Da minha vaga...

au-to-estima

Dessa o-bra-prima!

Tão vazia.

(e"n" contro-versos)

Em-pilha, num monte.

Arrima-se

Se esvazia.

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